O movimento
Vinte e dois anos de três dias que não acabam
Maranathá é aramaico. Os primeiros cristãos usavam a palavra como saudação e como súplica, e ela quer dizer vem, Senhor Jesus. Está embaixo do nosso brasão e nas costas da nossa camisa — e é o que a gente pede desde o primeiro retiro, em 2004.

- 2004
André de Genaro e a Sueli voltam impactados de um retiro do Maranathá e decidem fazer o mesmo em Itararé. André reúne os primeiros servos, prepara cada um, e o retiro acontece.
- 2005 — 2007
Mais três edições, uma por ano. Entre quem passa por elas estão os servos que, anos depois, vão trazer o retiro de volta.
- 2008 — 2012
Cinco anos sem nenhuma atividade. Parecia que o retiro tinha acabado de vez.
- 2013
O Sandrinho decide que o retiro vai voltar. Chama dez pessoas que já tinham participado antes, agora como servos, e reabre o Maranathá na E.M. Prefeito Eugênio Dias Tatit, com vinte e cinco participantes.
- 2014
Um ano depois da volta, cento e noventa participantes e vinte e cinco servos. O retiro recupera em doze meses a proporção que ninguém apostava que ele teria de novo.
- 2015 — 2024
Setembro vira data marcada. O número oscila de um ano para o outro, mas o retiro se firma na casa das cem pessoas por edição.
- 2025
Nasce o Retiro de Carnaval, para ocupar os dias em que a cidade se esvazia. E o Maranathá deixa de caber na palavra retiro: vira movimento, com encontro, missa e ação beneficente o ano inteiro.
- 2026
Cento e três pessoas no Carnaval em fevereiro. Cento e dezessete no Encontrão em abril, junto com o Grupo de Oração Rosa Mística.
- Hoje
Mais de cento e cinquenta servos. O movimento alcança a juventude de Itararé e, em toda edição, gente das cidades vizinhas. Não tem carteirinha nem seleção — quem chega, chega.
Quão belos são os pés dos que anunciam boas novasRomanos 10,15
